A realidade do bullying nas escolas brasileiras

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “A realidade do bullying nas escolas brasileiras”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

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Bullying quase impediu Cristiano Ronaldo de virar jogador

O jogador mais temido nessa primeira etapa da Copa do Mundo e grande esperança de vitória de Portugal na partida desta quarta-feira contra Marrocos, às 9 horas (de Brasília) em Moscou, quase desistiu da carreira por causa de bullying na infância. Quando tinha 10, 11 anos e saiu do Nacional da Ilha da Madeira para jogar no Sporting, Cristiano Ronaldo era vítima de piadinhas e gozações dos meninos da capital. O problema era seu sotaque – os madeirenses têm um jeito mais carregado de falar -, diferente do de Lisboa.

Diziam que ele não falava direito. Não era nada do outro mundo, mas, naquela época, o melhor jogador do mundo ainda não tinha a marra e a autoconfiança de hoje. Por isso, caía no choro no vestiário. Aí, os colegas dobravam as chacotas. Ele se sentiu tão discriminado que pediu para deixar o clube. A carreira do (até agora) astro da Copa quase foi por água abaixo.

Foi preciso que a família fosse falar com a direção do Sporting. Na aquela época, ainda não havia a palavra bullying, mas a irmã mais velha, Elma, deu piti. Disse que se o irmão não fosse bem tratado, ela própria o levaria embora. Deu uma semana. Funcionou. Nunca mais riram do jeito de falar do atleta que ganharia cinco Bolas de Ouro.

Dolores Aveiro, a mãe de Cristiano Ronaldo, conta essas histórias pouco conhecidas sobre o astro com entusiasmo. Ela sabe que está revelando pequenos tesouros. Seus tesouros. Nem todos estão na biografia Mãe Coragem, que ela lançou no Brasil no mês passado.

 

Disponível em: https://www.terra.com.br/esportes/futebol/copa-2018/do-bullying-ao-estrelato-cristiano-ronaldo-quer-continuar-temido,2eba130a527988cb73ebe7c6781d915fo3gs9ymd.html

 

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Casos de bullying aumentam 8% em escolas estaduais de SP, diz secretaria

Foram 564 casos registrados em 2017, 80 a mais do que no ano anterior. Número de ocorrências pode ser maior, já que muitos alunos não denunciam a prática.

Os casos registrados de bullying registrados em escolas estaduais de São Paulo aumentaram 8% em 2017, em relação ao ano anterior. Os números foram fornecidos pela Secretaria de Educação do estado. No ano passado, o órgão recebeu a denúncia de 564 casos, 80 a mais do que em 2016. O número de vítimas de bullying pode ser maior, porém, pois, muitas vezes, as crianças e adolescentes não denunciam a prática. Na Escola Estadual Jornalista David Nasser, no Capão Redondo (Zona Sul), a iniciativa do professor Victor Moraes Filho foi transformar o bullying em uma peça de teatro.

Assim você influencia tanto as pessoas que praticam o bullying a parar, porque sabem que é uma coisa errada, quanto a quem sofre a não ficarem caladas e pedir ajuda”, diz a estudante Giovana Oliveira Silva, que participa da atividade.

Já em outra unidade, no Jardim Esmeralda (Zona Oeste), a coordenação colocou um painel em cada classe com um espaço para que cada aluno informe como está se sentindo. Quando um estudante acumula muitos sentimentos negativos, os professores podem ficar mais atentos. Um grupo de diálogo também existe para apoiar quem quer se abrir.

A Secretaria Estadual da Educação disse que o bullying é objeto de trabalho de diversos projetos e que 3.500 profissionais da educação já atuam como mediadores de conflitos. A secretaria também diz que pretende ampliar esse número de profissionais ainda em 2018.

 

Disponível em: https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/casos-de-bullying-aumentam-8-em-escolas-estaduais-de-sp-diz-secretaria.ghtml

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