Combate às notícias falsas na sociedade brasileira contemporânea

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Combate às notícias falsas na sociedade brasileira contemporânea”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

INSTRUÇÕES PARA A REDAÇÃO
•    O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado.
•    O texto definitivo deve ser escrito à tinta, na folha própria, em ate 30 linhas.
•    A redação que apresentar copia dos textos da Proposta de Redação ou do Caderno de Questões terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.
Receberá nota zero, em qualquer das situações expressas a seguir, a redação que:
•    Tiver até 7 (sete) linhas escritas, sendo considerada “texto insuficiente”.
•    Fugir ao tema ou que não atender ao tipo dissertativo-argumentativo.
•    Apresentar parte do texto deliberadamente desconectada do tema proposto.

TEXTO 1

Você sabe identificar uma fake news? Não? Então você não está sozinho. 62% dos brasileiros não conseguem reconhecer uma notícia falsa. Esta é uma das conclusões do novo estudo “Iceberg digital”, desenvolvido pela Karspespy , empresa global de cibersegurança, em parceria com a empresa de pesquisa CORPA, na América Latina. O estudo analisou a atual situação da segurança dos internautas da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru, a fim de descobrir o quão vulnerável eles são às fake news quando se conectam à internet.

Segundo a pesquisa, os peruanos (79%) são os que menos conseguem identificar uma notícia falsa, seguidos pelos colombianos (73%) e chilenos (70%). Os brasileiros ocupam o último lugar na pesquisa, com 62%, logo atrás dos mexicanos e argentinos, com 66% cada.

Apesar do notável conhecimento em relação aos países analisados, é importante mencionar que, dos 62% dos brasileiros que não sabem reconhecer uma notícia falsa, apenas 2% nunca ouviram falar do termo “fake news”, o que é um pouco preocupante, ainda mais com o recente período que o país sofreu com uma avalanche de desinformação — vide últimas eleições. Mas os peruanos ainda se destacam nessa categoria, já que 47% dos entrevistados nunca ouviram ou não sabem o que significa o termo.

Fonte: canaltech.com

TEXTO 2

O Senado aprovou nesta terça-feira (30), em sessão deliberativa remota, o projeto de lei de combate às fake news. O PL 2.630/2020 cria a Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet, com normas para as redes sociais e serviços de mensagem como WhatsApp e Telegram. A intenção é evitar notícias falsas que possam causar danos individuais ou coletivos e à democracia. O texto segue para a Câmara dos Deputados.

O projeto foi apresentado pelo senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e aprovado na forma de um substitutivo (texto alternativo) do relator, senador Angelo Coronel (PSD-BA). A discussão foi marcada por discordâncias entre os senadores sobre vários pontos do texto — que teve, no total, quatro relatórios consecutivos apresentados antes da votação, além de mudanças apresentadas em Plenário.

Segundo Alessandro Vieira, o projeto é uma forma de fortalecer a democracia e reduzir a desinformação e o engano, por meio do combate a informações falsas ou manipuladas nas redes sociais. Entre as principais mudanças estão regras para coibir contas falsas e robôs, facilitar o rastreamento do envio de mensagens em massa e garantir a exclusão imediata de conteúdos racistas ou que ameacem crianças e adolescentes, por exemplo. Além disso, o projeto cria regras para as contas institucionais de autoridades, como o presidente da República, e prevê punições para as plataformas que descumprirem as novas normas.

As novas regras se aplicam às redes sociais e aos aplicativos de mensagem que tenham pelo menos dois milhões de usuários. A lei vale também para redes e aplicativos estrangeiros, desde que ofereçam seus serviços ao público brasileiro. Os provedores menores deverão usar a lei como parâmetro para o combate à desinformação e para dar transparência sobre conteúdos pagos. As normas não atingem as empresas jornalísticas

Fonte: Agência Senado

TEXTO 3

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