Educação alimentar e seus desafios na contemporaneidade brasileira

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o tema Educação alimentar e seus desafios na conteporaneidade brasileira apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

INSTRUÇÕES PARA A REDAÇÃO
•    O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado.
•    O texto definitivo deve ser escrito à tinta, na folha própria, em ate 30 linhas.
•    A redação que apresentar copia dos textos da Proposta de Redação ou do Caderno de Questões terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.
Receberá nota zero, em qualquer das situações expressas a seguir, a redação que:
•    Tiver até 7 (sete) linhas escritas, sendo considerada “texto insuficiente”.
•    Fugir ao tema ou que não atender ao tipo dissertativo-argumentativo.
•    Apresentar parte do texto deliberadamente desconectada do tema proposto.

 

TEXTO I

Educação Alimentar e Nutricional (EAN) é um campo de conhecimento e de prática contínua e permanente, transdisciplinar, intersetorial e multiprofissional que visa promover a prática autônoma e voluntária de hábitos alimentares saudáveis, no contexto da realização do Direito Humano à Alimentação Adequada e da garantia da Segurança Alimentar e Nutricional.

Texto ADAPTADO. Disponível em: http://mds.gov.br/assuntos/seguranca-alimentar/alimentacao-saudavel/educacao-alimentar-e-nutricional – Acesso em: 10 abr. 2018).

TEXTO II

Para garantir que crianças e adolescentes se alimentem de maneira mais saudável, poder público e instituições de ensino vêm adotando medidas que restringem a entrada de alimentos que podem ser nocivos à saúde no ambiente escolar. Alguns exemplos são leis que proíbem a venda de refrigerantes e frituras dentro dos colégios e a decisão de substituir lanches trazidos de casa por refeições preparadas na própria instituição.

Apesar disso, para que os bons hábitos alimentares sejam realmente enraizados – combatendo, assim, problemas como a obesidade – muitas escolas de educação infantil têm apostado em projetos mais amplos, que ensinem a importância de comer bem. E o foco não são só as crianças: para que elas possam se alimentar melhor, os pais também precisam passar por um processo de reeducação.

“Escola e pais devem trabalhar juntos. A escola irá reforçar a alimentação saudável através de um cardápio variado e que contemple os nutrientes vitais para o desenvolvimento da criança. Se isso também for aplicado em casa, é possível que as crianças se tornem agentes promotores da sua saúde e de sua família”, diz Sabrina Bairão, coordenadora pedagógica da escola de educação infantil do Colégio Palmares, o Gente Nossa, localizado em São Paulo.

Texto ADAPTADO. Disponível em: http://www.revistaeducacao.com.br/projetos-de-educacao-alimentar-nas-escolas-buscam-mudar-habitos-familiares/ – Acesso em: 12 abr. 2018).

TEXTO III

A OMS fez uma pesquisa e concluiu que o brasileiro está consumindo, em média, 50% mais açúcar do que deveria. Muitas vezes sem saber. A Organização Mundial da Saúde recomenda um consumo máximo de 50 gramas de açúcar por dia. Isso equivale a 10 pacotinhos. Agora, desse jeito fica fácil medir a quantidade que pode-se colocar no café. O problema está naquele açúcar que a gente não vê.

Em média, são dois gramas por unidade. Quando o produto é embalado, a Cristiane confere o rótulo. “Tem que ficar olhando sempre a tabelinha para ver qual. A porcentagem de açúcar, enfim, que vai no, no produto”, afirma a analista de processo Cristiane Rocha.

Essa é uma dica boa, de acordo professor de nutrição da Faculdade de Saúde Pública da USP que participou do estudo da Organização Mundial da Saúde. “Se você olhar a lista de ingrediente, o açúcar aparecer como primeiro ingrediente ou como segundo ingrediente, é sinal que o produto tem muito açúcar. Você pode ter açúcar, você pode ter açúcar de milho, você pode ter amido modificado, você pode ter mel, você pode ter dextrose. São vários açúcares sintetizados e que funcionam exatamente como açúcar”, recomenda Carlos Montier.

Texto ADAPTADO. Disponível em: http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2015/03/brasileiros-consomem-50-mais-acucar-do-que-deveriam-diz-oms.html – Acesso em: 10 abr. 2018).

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